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O NEURODYN 10 canais V3.0 utiliza tecnologia de microcomputadores, ou seja, é crocontrolado. Foi projetado seguindo as normas técnicas
existentes de construção de aparelhos médicos (NBRIEC 60601-1, NBR IEC 60601-1-2 e NBR IEC 60601-2-10). O NEURODYN 10 canais V3.0
é uma completa unidade de simples operação, com 10 canais de saída, possibilitando múltiplas opções de tratamento, tornando-se essencial
para a prática clínica. É um equipamento destinado à produção de corrente de média freqüência, corrente Russa e corrente Aussie para o
tratamento de disfunções neurológicas, ortopédicas, traumatológicas e estéticas (Eletrolipólise, Drenagem Linfática, etc).
Desempenho Essencial: O Neurodyn 10 canais V3.0 é um equipamento para aplicação de corrente elétrica via eletrodos em contato direto com o paciente.
Trata-se de um estimulador transcutâneo neuromuscular. O NEURODYN 10 canais V3.0 foi desenvolvido levando-se em consideração a necessidade
do profissional que trabalha nas diferentes áreas da reabilitação física, medicina estética e estética.
É um eletro estimulador com 10 canais de saída para o paciente, com controles de intensidades independentes, isto é, cada canal possui um
controle individual da intensidade, que podem ser utilizados tanto na forma contínua, sincrônica, recíproca, desobstrução, seqüencial.
ONeurodyn 10 canais V3.0 gera corrente Russa na freqüência de 2.500Hz, corrente Aussie (também chamada de corrente Australiana) na freqüência
de 4.000 Hz ou 1.000Hz modulado em Bursts com duração de 4 ms ou 2ms, drenagem linfática com possibilidade de escolha de 4 a 10 canais em
modo seqüencial e eletrolipolise para tratamento da gordura localizada. A aplicação da corrente de estimulação é através de eletrodos transcutâneos
(corrente Russa e Aussie)ou agulhas (eletrolipolise).
A técnica de terapia com corrente Russa ou Aussie consiste na aplicação de suave estimulação elétrica através de eletrodos colocados em áreas corporais.
A técnica de Eletrolipolise consiste na aplicação de suave estimulação através de eletrodos tipo agulha. A técnica com corrente Russa ou Aussie é não
invasiva e a técnica de Eletrolipolise é invasiva. Ambas não apresentam efeitos sistêmicos, não causam dependência e não tem efeitos colaterais indesejáveis.
A intensidade de corrente necessária ao tratamento depende da sensação do paciente.
Sendo assim, o tratamento deverá ser iniciado com níveis de intensidade mínimos (bem baixos), aumentando-se cuidadosamente até se conseguir os efeitos
adequados ao procedimento e de acordo com a reportagem do paciente. Quando uma pessoa é submetida aos vários tipos de corrente, ela irá sentir uma
sensação de formigamento no local ou nas áreas entre os eletrodos.
Essa sensação é normalmente confortável para a maioria dessas pessoas. O grau de sensação é controlado pelo ajuste dos parâmetros (controles) do equipamento.
Devido à tecnologia utilizada ser a mesma dos microcomputadores, estes controles operam via teclado de toque. Todas as informações referentes aos
parâmetros escolhidos pelo profissional terapeuta serão mostradas em visor de cristal líquido alfanumérico.
CUIDADOS COM OS ELETRODOSELETRODOS - BIOCOMPATIBILIDADE (ISO 10993-1): A IBRAMED declara que os eletrodos de borracha de silicone fornecidos com o
equipamento não ocasionam reações alérgicas. Estes eletrodos devem ser somente colocados em contato com a superfície intacta da pele,
respeitando-se um tempo limite de duração deste contato de 24 horas. Não existe risco de efeitos danosos às células, nem reações alérgicas
ou de sensibilidade. Os eletrodos de borracha de silicone não ocasionam irritação potencial na pele.
DURABILIDADE DOS ELETRODOS DE BORRACHA DE SILICONE: É normal o desgaste com o tempo de utilização dos eletrodos de
silicone. Um eletrodo desgastado perderá a homogeneidade da condução à corrente elétrica, dando a sensação de que o aparelho está fraco.
Poderá ainda haver a formação de pontos de condução elétrica, onde a densidade de corrente será muito alta, podendo causar sensação
desconfortável ao paciente. Substituir os eletrodos de silicone no máximo a cada seis meses, mesmo que não seja utilizado, ou até
mensalmente em caso de uso intenso. Quando aparecer fissura, o eletrodo deve ser substituído imediatamente.